Prestes a fazer boas mudanças de SO 21/07/2009
Posted by João Dias in Uncategorized.1 comment so far

Amanhã vou retirar de vez o Windows e instalar definitivamente o Ubuntu.
Para o infinito, e mais além!
Mais fácil e intuitivo do que o Windows. Faço o que quero e como quero, não preciso de pedir licença a um Centro de Segurança para arrastar ou mudar o nome de uma pasta no Menu Iniciar. Não sou escravo do Marketing e dos erros da Microsoft, não tenho discos para desfragmentar, registo para limpar, licenças para pagar, vírus ou spyware. Não preciso de pagar por programas cuja função é tapar os buracos de um sistema operativo já de si caríssimo.
Com todo o eye candy activado (incluindo Compiz e transparências no Gnome) o Ubuntu gasta metade dos recursos que um Windows Vista (e talvez o 7) consome trabalhando em modo clássico, ou seja, sem skins e wallpaper, reduzido ao osso. E nenhum programa ou jogo arrasta o sistema operativo por aí abaixo se crashar.
Adeus Blue Screen Of Death!
Nota: Já utilizo o Linux há vários anos (acho que ainda tenho ali um Live CD do Mandrake praí de 2001 ou 2002), mas desta vez é que vou mesmo fazer a migração.
Tutorial: Aumentar a velocidade do Firefox em 85%! 21/07/2009
Posted by João Dias in Uncategorized.add a comment
Aumenta a velocidade do Firefox em 85%!
Vou disponibilizar aqui um tutorial para aumentarem em 85% a velocidade de navegação com o Mozilla Firefox. Foi testado por mim e funciona.
Funciona em: Windows, Mac e Linux
Prestem atenção ao nomes das chaves e valores que vão introduzir. Só a alteração correcta permitirá uma melhoria na velocidade!
1 – Após terem instalado o Mozilla FireFox nos vossos computador, abram-no e digitem na barra de endereços o seguinte comando “about:config” (sem as aspas) e depois pressionem o ENTER. Cliquem em “Serei cuidadoso, prometo!”. Forma engraçada do Firefox nos apresentar uma mensagem de aviso
2 – Depois, vamos procurar a sequência – escrever na caixa de filtro – “network.http.pipelining” (sem as aspas) e verificar se a ela está atribuíd0 o valor “true” (sem as aspas). Se não estiver, damos um duplo clique para mudar para esse valor.
3 – Na mesma página vamos procurar pelo filtro “network.http.pipelining.maxrequests” (sem as aspas) e damos um duplo clique nela para mudar o valor para “8” (sem as aspas).
4 – Depois vamos procurar “network.http.proxy.pipelinin” (sem as aspas) e damos um duplo clique nesta chave e mudamos o valor para “true” (sem as aspas) e também o valor de “network.dns.disableIPv6” (sem as aspas) para “true” (sem as aspas).
5 – Já que aqui chegámos, vamos clicar com o botão direito do rato num lugar vazio do ecrã, escolhemos “Nova Opção”, depois selecionamos “Boolean” e damos o nome de “content.interrupt.parsing” (sem as aspas) e definimos como valor “true” (sem as aspas).
6 - Depois, vamos fazer os mesmos passos, ou seja, clicar com o botão direito do rato num lugar vazio no ecrã, escolhemos “Nova Opção”, mas desta vez clicamos em “Inteira” para poder definir como “content.max.tokenizing.time” (sem as aspas) e mudar o valor para 2250000. Depois criamos novamente uma entrada definida em “Inteira”, mas com o nome de “content.notify.interval” (sem as aspas) com o valor de 750000.
7 – Criamos então uma entrada “Boolean” com o nome de “content.notify.ontimer” (sem as aspas) e definimos como “true” (sem as aspas). Depois criamos outra entrada “Inteira”, mas com o nome de “content.notify.backoffcoun” (sem as aspas) e colocamos o valor “5” (sem as aspas). Criamos novamente uma entrada “Inteira” com o nome de “content.switch.threshold” (sem as aspas) com o valor 750000 e por último criamos uma nova entrada “Inteira” com o nome de “nglayout.initialpaint.delay” (sem as aspas) com o valor “0” (sem as aspas). Caso elas já existam, apenas mudamos o valor para as definidas acima (ou seja, zero).
Após realizar estas configurações vamos reiniciar o Mozilla FireFox para que as mesmas entrem em vigor e já poderão usá-lo aproveitando 85% a mais da sua capacidade normal de velocidade.
NOTA1: Se acham que o Firefox está a comer muita memória RAM e caso o tenham de manter aberto e minimizado basta fazer o seguinte no “About:config”:
“Nova opção > Boolean, digitamos “config.trim_on_minimize” e mudamos para “true” para libertar memoria quando minimizamos.
Baseado num tutorial do fórum ZWAME, traduzido e…vá, melhorado (digo eu).
Nota2: para quem ficou com problemas a abrir páginas, penso que basta remover a chave
content.interrupt.parsing
(ou passa-la para false)
esta chave serve para o firefox não esperar por receber mais conteudo da pagina, e mostrar logo o que ja recebeu..
ou seja para paginas com imagens é uma treta, ja que demoram a carregar, e o firefox assim apenas mostra aquilo que recebe logo ao inicio..
Adeus Last.FM, Olá Nexus Radio! 12/07/2009
Posted by João Dias in Internet, Música.Tags: Audio, Last.FM, Nexus Radio, Scrobbler
add a comment
Adorava a Last.Fm.
Poderia ficar horas a ouvir os meus artistas favoritos em shuffle. Bastava, por exemplo, escrever “Pink Floyd” na caixa de pesquisa e o site gerava horas e horas de artistas similares ao que escolhi. Se escolhi Floyd, ele passava Floyd, Yes, Genesis, David Gilmour, Roger Waters, Deep Purple, Cream, King Crimson, etc, etc.
Era fantástico, porque poderia escolher os artistas que eu quisesse, que ele fazia sempre um shuffle muito completo e com muito boa qualidade. Até poderia meter “José Afonso”, que logo a seguir viria uma lista de artistas. E depois poderia criar um perfil “rede social”, com os meus gostos, as músicas favoritas, o que estava a ouvir na altura e as pessoas com gostos semelhantes aos meus. Era até uma enciclopédia musical bastante razoável.
Mas a Last.FM vendeu-se. Quem se regista agora apenas tem direito a 30 dias de Shuffle. Pode continuar com o seu perfil e ir fazendo scrobble das músicas que tem no computador para a sua biblioteca no Last.FM, mas já não tem direito a ouvir gratuitamente os artistas que quer. É que não era pela questão dos downloads, era mesmo a confiança que tinha em saber que podia ouvir uma boa rádio online, gerada por mim, feita para mim. Agora paga-se. 3€ por mês, ou coisa assim. Uma idiotice pegada.
Descobri ontem a Nexus Radio. Não é completa como a Last.Fm, não faz o shuffle que escolhemos, mas tem outras coisas bastante interessantes. O peopleware explica melhor que eu:
//
Já vos contei antes que, no meu dia-a-dia, a música é uma companhia indispensável. Não tenho por acaso uma colecção pequena de álbuns de música, durante mais de duas décadas fui coleccionando temas que moldaram o meu carácter. A verdade é que desde que descobri (há muitos anos) as rádios online, passei a ter um leque musical bem mais alargado. Já falámos aqui no Peopleware em vários exemplos de rádios online. Eu prefiro o nosso já conhecido Nexus Radio. Um rádio player totalmente gratuito como sabem, só nos pedem um registo. Esta aplicação deixou o seu aspecto âmbar para adquirir suaves linhas claras (na versão anterior) e voltou de novo a uma aspecto mais tórrido! Esta aplicação grava, agenda, filtra e edita o som que a Internet retirou às ondas hertzianas.
Com o Nexus poderá ter acesso a mais de 15 milhões de temas musicais e 10 000 rádios distribuídas por 38 possíveis géneros de música. Além disso poderá gravar ao estilo TiVo, conta com filtros de gravação, suporta formatos AAC, MP4, MP3, Mp1, OGG. WAV e WMA.
Simples de usar, a sua aparência e a sua forma de apresentação das ferramentas multimédia permitem uma fácil utilização do mesmo. Agora está bem mais limpa a aparência e tem ligação ao Twitter, Facebook, MySpace e YouTube ampliando de sobremaneira as possibilidades de informação sobre a aplicação
Nexus Rádio é totalmente compatível com o Windows 7 e oferece som digital a 32 bits distribuídos por um canal Surround 5.1. além disso, esta versão permite que tenha mais do que rádio online, pesquise pelo seu som, encontre temas que podem ser gravados pela aplicação em extensões que salvaguardam a qualidade do som.
Para os visitantes do Peopleware, aqueles que não desligam o browser nem em caso de catástrofe, Nexus Rádio oferece a possibilidade de integrar uma barra de comandos no browser. Caso não queira este recurso, na instalação remova estas funções.
Depois de minimizado o Nexus acomoda-se discretamente na barra de tarefas.
Muito mais haverá para dizer desta interessante ferramenta de entretenimento mas… não temos tempo e queremos deixar também para o nosso visitante alguns momentos de exploração. Deixo apenas e para adoçar a boca, muitas imagens da aplicação em funcionamento no meu Windows 7, vejam a qualidade do interface e das funcionalidades totalmente gratuitas.
Mas por falar em funcionalidades gratuitas, a equipa do Nexus Radio ainda disponibiliza no site, vários vídeos, temas e efeitos visuais para que possa aumentar as fantásticas características desta ferramenta de entretenimento. Antes de vos deixar usar, sugiro-vos mais esta pequena utilidade: o Nexus permite agendar gravações, para que não perca nada… mesmo nada!
Como vos falei no início, há muitas outras aplicações, mas com o leque do Nexus…. ainda não encontrei. E a qualidade do som? Têm de experimentar e depois digam-me alguma coisa.
Nota: Compatível com o iPod & iPhone.
Criado por Vítor M. em 11 de Julho de 2009
Acho que vale mesmo a pena experimentar.
Eu tirei 15minutos do meu tempo ontem, fiz o registo, instalei, fiz uma selecção das rádios que mais me agradavam e meti nos favoritos. A qualidade do áudio é boa, mas também dependerá do bitrate que escolherem. Neste momento estou a ouvir “Kashmir” dos Led Zeppelin na “Classic Hard Rock & Heavy Metal FM”.
Mercado do Quebra – edição de Julho 12/07/2009
Posted by João Dias in Design, Eventos/Feiras/Mercados, Música.add a comment

Cartaz do Mercado
Ontem fui a mais uma edição do Mercado do Quebra-Costas.
(É uma feira urbana que se realiza mensalmente nas escadas do Quebra-Costas, em Coimbra, onde são vendidos bons livros a preços muito baratos, edições raras de BD também muito baratas, LP’s e EP’s, produtos de artesanato e bijuteria feitos por designers, boas marcas de roupa com descontos, carteiras em material reciclado, boa música e muita gente.)
Por volta das 15h, fui tomar café na esplanada do quebra, com a Inês, o Tiago, a Té e a Lai. Enquanto tentava enfiar o café dentro o copo com gelo (agora parece que apanhei essa irritante mania de beber o café num copo com gelo íamos dando uma espreitadela à montra do Mau Feitio, que nesse dia apresentava descontos para os clientes. Em frente ao vidro, cabeleireiras do Ilídio fazia cortes de cabelo à maneira por 15€. Agora que penso melhor, acho que até nem é caro.
Fomos então andando pelas bancas a ver o que nos era oferecido.
A primeira paragem foi na senhora dos livros e das BD’s para eu “recuperar” o 3º volume do Livro do Desassossego. Digo recuperar, porque no outro dia estava com a minha irmã na esplanada, e vem uma rapariga grega ter connosco, a dizer que tinha comprado 3 dos 4 volumes da colecção, mas que alguém já tinha comprado o volume que lhe faltava (Quem teria sido o sacana? Ah, fui eu…). Ofereci-lhe o 3º volume (Deus é bom, mas o Diabo também não é mau), e rapariga lá foi para Atenas, ou o Parténon ou o caraças toda contente. Como era muito mais fácil para mim arranjar o volume que a adlaskjdadlkjaskjktlana (não me lembro do nome dela), fui lá ter com a senhora e ela confirmou-me a existência dessa senhora (não fosse eu estar maluco ou a rapariga ter-me passado a perna). Dei um 1€ e trouxe o 3º Volume.
Também tinha andado a ver se haviam livros do Frank Miller. Havia a edição brasileira do Cavaleiro das Trevas, mas até tive medo de pegar, antes que estragasse aquilo. Também por lá vi uma edição de luxo da Valsa com Bashir.
Tivesse eu 50€ para gastar ali e ia tudo para a BD e para os discos. Caraças.
Fui então apanhar o resto do pessoal, que já lá ia abaixo, e fui passando por bancas de carteiras originais, umas com formatos engraçados. Fiquei para aí 10 minutos a olhar para uma exposição de pretos e brancos que estava lá numa banca. Não pela qualidade das fotoso (que eram boas), mas pelas cores na impressão. Adoro aquele preto e branco que não chega a ser completamente preto e branco. É um castanho muito muito negro, fora dos tons sépia.
Ainda meti conversa com um homem que vendia livros, e estive para entrar na loja da XM(boa loja com uma vastíssima colecção de livros para designers, arquitectos, artistas ou simplesmente curiosos – ah e os discos) para ir ver os discos, mas como não tinha um tostão furado decidi não me deprimir ainda mais.
Enquanto a Lai ia experimentar uma qualquer peça de roupa aos provadores do Mau Feitio, fomos os restantes para os puffs que a organização coloca ao pé da estátua da tricana. Que beleza! Fora o som que não me agradava muito (era aquele electro-minimal que eu entendo ser fashion, mas que nunca substituiriam um bom disco de rock and roll, jazz ou blues – o costume no Mercado,aliás), estava-se mesmo bem ali à sombra, refastelado. Melhor, só mesmo a música e um fino na mão.
Ia dando uma vista de olhos a uma edição da revista PARQ, e conversámos sobre possíveis coisas que levaríamos para ali. Falou-se de roupas desenhadas pelo Tiago e feitas pela Té. De limonadas e granizados feitos pela Inês.
Afinal de contas esse é o espírito desta iniciativa. Qualquer um pode expor as coisas, desde que sejam originais e com qualidade.
Este tipo de eventos agradam-me. Revitalizam uma zona que tem tudo para ser um grande centro cultural e urbano, mas que tem sido trocado pelos grandes centros comerciais na Solum e em Santa Clara.
Dão frescura ao Quebra-Costas, atraem imensa gente, sobretudo pessoal entre os 20 e os 30 anos, o que é coisa pouco comum actualmente, e transmite-se uma muito boa imagem para os estrangeiros que invadem aquela zona nesta altura. Cria-se um sentimento de pertença àquela zona, e isso, é mais que sabido, é meio caminho andado para a revitalização do Quebra-Costas e da zona da Sé Velha.
Ah, tive que entretanto ir embora, porque tinha o comboio às 17h e ainda tinha que ir fazer a mala e zarpar. Às 19h houve um concerto do Jeffery Davis Trio, que tenho pena de ter perdido. Os concertos ( e o resto da tarde ) são sempre transmitidos pela RUC.
Não percam a próxima edição do Mercado. É sempre no segundo fim-de-semana do mês, e vale MESMO sempre a pena! Se gostam de experimentar coisas diferentes, ver gentes diferentes, conversar, arranjar boas marcas (skunkfunk, afilhadedeus,melissa, blutsschwester, EdnaPiMentão, etc) a preços baixos, bons livros, bons discos passar um bom bocado, ouvir boa música, e ainda ver um concerto (já falei que é sempre à borla?) de uma banda jazz, sentadinhos nas escadas, então têm mesmo que vir a uma destas edições do mercado.
Podem sempre ir passando por aqui: http://mercadoquebracostas.blogspot.com/ e ver as actualizações que se vão fazendo. Ou então é só esperar pelos cartazes espalhados pela cidade, que saberão logo quando se realiza a próxima edição.
Generalizar o Software livre na administração pública 08/07/2009
Posted by João Dias in Uncategorized.Tags: Bloco de Esquerda, Linux, Microsoft, Open-Source
1 comment so far

Há pelo menos 4 anos que eu tenho vindo a defender a adopção de software livre no estado. No estado e na maioria das empresas em Portugal. Para quê pagar licenças exorbitantes à Microsoft para utilizar apenas uma suite de aplicações de escritório – vulgo Office- e um ou outro programa específico, facilmente adaptável para qualquer distribuição de Linux?
É que o Linux, além de ser grátis, é LIVRE DE VÍRUS, livre de COMPLICAÇÕES COM LICENÇAS, livre de tudo e mais alguma coisa. E a melhor coisa é que todos podem alterar o código do sistema-operativo de forma a ter um sistema adaptado às necessidades das empresas.
Se o problema é o Office, usem o Open Office ou o WINE para instalar o Office da Microsoft. Se o problema são os outros programas, modifiquem o código-fonte do Linux.
Na esmagadora maioria das PME’s, o software livre serve mais que perfeitamente.
Fora empresas que necessitam de programas específicos (designers e pouco mais), não há razão para não migrar.
O bolso dos contribuintes agradeciam.
Felizmente, veio o Francisco Louçã defender esta ideia no Facebook:
“O software livre apresenta inúmeras vantagens em relação ao software proprietário: a independência dos mercados ou das grandes empresas que constituem quase monopólios, a flexibilidade, a possibilidade de ser modificado e estudado, o custo mais baixo, a valorização que dá ao conhecimento, os seus méritos técnicos e a disponibilidade para o desenvolvimento de novas aplicações.
O governo Sócrates associou-se à Microsoft, gastando altíssimos recursos em licenças de software que poderiam ser evitadas e ignorando a experiência de outros países europeus que se preocupam com os custos, a durabilidade e a fiabilidade do software proprietário.
A adopção nos serviços públicos do software livre teria uma grande vantagem de custo, embora nem sempre se trate de aplicações gratuitas. Para além de evitar o pagamento de muitas licenças, o Software Livre prolonga a vida útil dos computadores em uso e exige menos actualizações, que aumentando os custos, raramente correspondem às necessidades específicas dos utilizadores.
A Administração Pública deve libertar-se da dependência em relação ao software proprietário e à Microsoft, nomeadamente:
• Criando uma comissão para a avaliar as necessidades, os custos e as vantagens/desvantagens de migrar os actuais serviços para software livre;
• Todos os concursos de aquisição de software devem ser transparentes, guiando-se pelos critérios de custo, durabilidade e interoperabilidade do software a adquirir.
• Todas as licenças adquiridas devem prever a futura reutilização do software em outros serviços e sem custos adicionais.
• A Administração Pública deve promover o uso de formatos universais para todos os seus documentos internos e no relacionamento com o público, adoptando o formato Open Document Format assim como PDF. “
Sou o Nostradamus do Software Open-Source! (ou não…)
Um dia meti-me a desenhar à janela 22/06/2009
Posted by João Dias in Design, Rascunhos.Tags: Coimbra, Desenho, Quebra-Costas
1 comment so far
e saiu isto:

Desenho da minha vista de casa
Ou seja, meti o portátil à janela e abri o photoshop. Imaginei uma folha branca no ecrã como uma folha branca de papel. Depois, é só escolher os pincéis e o tamanho e pintar, pintar, apagar, pintar, pintar.
Página 7 20/06/2009
Posted by João Dias in Livros.add a comment

“Na vida de hoje, o mundo só pertence aos estúpidos, aos insensíveis e aos agitados. O direito a viver e a triunfar conquista-se hoje quase pelos mesmos processos por que se conquista o internament num manicómio; a incapacidade de pensar, a amoralidade, e a hiperexcitação”
Bernardo Soares in Livro do Desassossego











