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Um dom exclusivo de muito poucos 11/09/2009

Posted by João Dias in Música.
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Não, a sério. Ver este homem a tocar deixa-me de boca aberta sempre.

Yngwie Malmsteen ao vivo no G3 de 2004 (Joe Satriani, Steve Vai e o próprio)

Yngwie Malmsteen – Concerto Suite in Eb minor For Electric Guitar

Aqui vai um bocadinho de texto sobre este grande músico:

Lars Johann Yngve Lannerback (Malmsteen vem da mãe e Yngwie é o nome ocidentalizado) nasceu em Estocolmo, Suécia, a 30 de Junho de 1963. É conhecido pela incrível velocidade com que toca.

Em puto, teve aulas de piano e trompete e aos 5 anos já tinha uma guitarra acústica. Nunca lhe ligou muito. Até ao dia 18 de setembro de 1970 quando viu na televisão uma reportagem especial sobre a morte do Jimi Hendrix.
O que despertou a atenção nem foi a suberba técnica do Jimi, mas sim aquele momento célebre na história: quando o Jimi deitou fogo à guitarra.

Aplicou com afinco toda a sua curiosidade e persistência numa velha guitarra Mosrite e depois numa Stratocaster de baixa gama.

Começou então a ouvir os discos dos Deep Purple, Black Sabbath, etc. Tinha uma grande admiração pelas influências clássicas de Ritchie Blackmore o que o levou a procurar por registos de Bach, Vivaldi, Beethoven, Mozart, etc.

Não era grande coisa na escola, anda constantemente à porrada com os colegas e só tinha boas notas às disciplinas que realmente gostava: as ligadas às artes e o Inglês. A mãe, que lhe reconheceu o talento nato para tocar guitarra permitiu que ficasse em casa com seus discos e a música. “No More School”, portanto.

Portanto, aos 15 anos já estava fora da escola e começou a fazer biscates em oficinas de reparação de instrumentos musicais de Estocolmo. Meteu-se a inventar nas escalas e nas cordas das guitarras (trocava cordas, experimentava coisas diferentes) e ficava sempre impressionado com os resultados, muitos deles ainda usados hoje em dia.

Começou a tocar em várias bandas e aos 18 gravou finalmente uma cassete demo que enviou para várias pessoas no meio, incluindo o fundador da editora Shrapnel. Acabou por receber uma resposta: Trocar a Suécia por Los Angeles, para tocar nos Steeler.

Gravou um álbum, mas depois mudou-se para os Alcatrazz, uma banda muito ao estilo dos Rainbow de Dio e Blackmore. Apesar de ter aqui alguns dos seus melhores solos (“Jet to Jet” e “Hiroshima Mon Amour”), a verdade é que o raio do sueco precisava de mais. Precisava do seu espaço. Precisava de discos a solo.

O primeiro disco a solo, “Rising Force”, entrou directamente para as tabelas da Billboard no lugar 60º, uma óptima marca para um registo quase todo instrumental! Este álbum ganhou uma nomeação para um Grammy e vários prémios em revistas musicais como Artista Revelação, Melhor Guitarrista, etc.

Os duelos que fazia com o teclista Jens Johansson (que andou pelos Stratovarius) fizeram com que nascesse um novo género musical: O Rock Neo-Clássico, que mais tarde alguém lhe deu o nome de “Barock and Roll”. Jezz! Enfim, continuando.

Estes arranjos neo-clássicos levaram o sueco até novos patamares em 1986 com o álbum “Trilogy”. Mesmo hoje, este é um dos grandes registos que fez.

No ano seguinte, estampou o seu Jaguar (já tinha pouco dinheiro, portanto) e ficou em coma durante 7 dias, tendo, à altura, perdido os movimentos numa das mãos.

Quando começou a recuperação disseram-lhe que a mãe tinha morrido de cancro (tinha escondido do filho esse facto) e Malmsteen ficou apenas com a música.

O resultado desta fase foi “Odyssey”, um disco mais acessível ao público. Da tourné deste álbum saiu o seu primeiro registo ao vivo: “Trial By Fire Live In Leningrad”.

Ainda lançou “Eclipse” com um som comercial e com uma formação totalmente diferente, contando músicos suecos não muito conhecidos.

Em 1992 lançou o grande “Fire And Ice”, que o fez levar para outros caminhos, fora da ribalta.
Casou-se um ano depois com Amberdawn Landin, divorciando-se em 96.

Em 1994 lançou o disco “Seventh Sign”, que foi comparado ao “Marching Out” pelo seu peso e agressividade.
A editora japonesa Pony Canion lançou dois mini-álbuns (“I Can’t Wait” e “Power and Glory”) e um vídeo (“Live At Budokan”). Pouco chegou ao mercado ocidental.

No final desse ano, Yngwie começou a construir o seu próprio estúdio, com os melhores equipamentos que conseguiu arranjar e iniciou o próximo disco, “Magnum Opus”, lançado em 1995.

Em 1996 gravou um álbum-tributo com músicas das bandas que o influenciaram. Rainbow, Deep Purple, Rush, etc. Deu-lhe o nome óbvio de “Inspiration”.

Lançou em 97 o “Facing the Animal”, considerado por muitos críticos como o melhor até à altura.

Durante este período em que o sueco procurava novos músicos (os antigos estavam em projectos paralelos ou já não se davam bem com ele), foi lançado o álbum “Yngwie Malmsteen LIVE!!”, gravado em São Paulo durante a tourné de “Facing The Animal”.

Em 1998, nasceu o primeiro filho de Yngwie, Antonio Yngwie Johann Malmsteen, em Miami. Com o nascimento do filho, Yngwie cresceu. Esqueceu os problemas antigos com outros músicos e voltou a usar o nome “Rising Force”.

No ano seguinte, ao lado de Mark Boals (vocais), Barry Dunaway (Baixo), John Macaluso (Bateria) e Mats Olausson (Teclados), lançou o 14º álbum a solo, chamado “Alchemy”, para muitos, o melhor trabalho da carreira toda deste guitarrista.

Em 2000, foi lançada a colectânea “Anthology 1994-1999″, e um álbum inédito, “War To End All Wars”. Após alguns concertos, Mark Boals deixou a banda.

Em 2001, os concertos de Yngwie com a Orquestra do Japão foram gravados para lançamento em CD e DVD. (o concerto está disponível na íntegra aqui em cima)

Em 2002 lança o álbum “Attack!!”.

Em 2004 completa a pirâmide com Joe Satriani e Steve Vai, no G3 Live: Rockin’ in the Free World (aqui, a performance a solo durante o concerto).

Em 2005 Malmsteen lançou o álbum “Unleash The Fury” e no ano passado, finalmente foi lançado o tão esperado álbum “Perpetual Flame”, que contou com o grande Tim “Ripper” Owens (que gravou dois álbuns com os Judas Priest e actualmente nos Iced Earth até 2007).

Yngwie não tem o feeling de Jimi (que tem, afinal de contas?), mas tem a técnica que muitos nunca irão ter.
Parece que ter abandonado a escola deu frutos!

Comunicar 24/08/2009

Posted by João Dias in Música.
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Da Noruega já todos sabemos que vem o bacalhau. Cozido, assado, grelhado, salteado, frito. Somos mestres na arte de preparar o raio do peixe.

Como é óbvio, prefiro muito mais comer um bom bacalhau, que falar dele.

Também é sabido, pelo menos para os amantes do metal, que da Noruega vem um carradão de Black Metal para todos os cantos do mundo. Os próprios noruegueses sabem que a Noruega tem um enorme potencial neste género musical.

Mas, também não é de Black Metal que vou escrever.

É sobre os Communic, uma banda de Metal Progressivo, que me tem andado a encher as medidas.

São 3 talentosos músicos vindos da Noruega: Oddleif Stensland na guitarra/voz, Tor Atle Andersen na bateria e Erik Mortensen no baixo..

Talentosos em todo o processo: a escrever, a tocar, a entregar-se à música.

Venho recomendar estes dois álbuns:

(2005) Conspiracy in Mind

Conspiracy in Mind
Conspiracy in Mind

Análise:

O site metaleater.com escreve assim…

Until recently, Norway has been mostly associated with the Black Metal genre. However since 2000, there seems to be a lot of movement happening on its Progressive Metal scene with the formation of new bands such as PAGAN’S MIND, CIRCUS MAXIMUS and, more recently, COMMUNIC.

COMMUNIC was founded 2 years ago by guitarist/vocalist Oddleif Stensland and drummer Tor Atle Andersen, both at the time playing with SCARIOT. A few months later, bassist Erik Mortensen (ex-INGERMANLAND) joined the band completing the formation. Not wasting any time, our three virtuosos have just released their very impressive debut album, “Conspiracy In Mind”, on Nuclear Blast. Using just the right amount of influences from a wide panel of genres, COMMUNIC have created their own blend of Metal, easily mixing Progressive with Doom, Power and Thrash.

With the first track, “Conspiracy In Mind”, it is immediately tempting to compare COMMUNIC with NEVERMORE. Nevertheless, this first impression only lasts a few seconds; it quickly goes away with the frequent changes of tempo during the next 7 minutes. The stunning “They Feed On Our Fear” totally blows me away – very technical and yet easy to listen to. And it doesn’t stop there! “Communication Sublime” follows up with an intro seemingly inspired by TOOL right before evolving into a much heavier and thrashier sound. Very impressive! Not even close to the end of this gem, “The Distance” kicks in with a mellower acoustic atmosphere followed by “Ocean Bed” (my personal favorite), and finally the epic-sounding “Silence Surrounds” – almost hitting the 11-minute mark. Great closer if you ask me.

If it weren’t for Oddleif Stensland’s very unique voice, it would be easy to believe that each track belongs to a different band. That’s just how diverse this album is. Looking at the total duration (only seven songs for a total of 57:44), we could have feared the worst! Well, after hearing it, I’ve got to admit that it didn’t really seem long enough and left me hungry for more. That’s just how good this album is!

Lista de Faixas:

01. Conspiracy In Mind
02. History Reversed
03. They Feed On Our Fear
04. Communication Sublime
05. The Distance
06. Ocean Bed
07. Silence Surrounds

Nota

8.5/10

 

(2006) Waves of Visual Decay

 

Análise:

também do mesmo site…

Granted, there are numerous bands out there that push the envelope of song length, pumping out tunes that weigh in over at least seven minutes on average; and if those bands are good enough, no matter what the length you find yourself entertained throughout. But when you narrow it down to the Extreme Metal genre where the order of the day is 14 two to three minute tunes served up cold, plain and redundant, to have a band brave and brilliant enough to pull off a 60 minute, seven track opus is truly a noteworthy accomplishment, and there are few that could compare to the Progressive-minded Norwegians known as COMMUNIC.

After hearing the band’s first release, “Conspiracy In Mind”, many made the fair statement that main man Oddleif Stensland borrows heavily (some said perhaps too heavily) from Nevermore front man Warrel Dane’s vocal style, and while that distinction remains to an extent, there is no arguing with the evolution and development of Stensland’s delivery, and said evolution evokes that sense of heightened vocal identity the band needed. After all, COMMUNIC is much, much more than some two bit Nevermore clone, as “Waves Of Visual Decay” is guaranteed to establish.

COMMUNIC’s approach to songwriting could be likened to a near-terminal case of Attention Deficit Disorder put to the best possible use, forsaking a prescription of Ritalin in favor of a never-satisfied-with-repetition mindset that produces ample top quality, broadly impressive music. And while some may feel out of their element playing songs that rarely venture back into themselves with repeated choruses and reliance upon a certain riff, there’s plenty to be said for the ever-transitioning waves of musical transcendence that carry you through countless riffs, breaks, bridges, blasts, bellows and melodies that are the essence of any COMMUNIC tune.

Nor does the effort to diversify the music and mystify the listener stop there, for Stensland has much to say lyrically about issues with actual relevance (another factor to the length of the band’s songs). In no instance will you find tales of homicidal rage, necrotic inclinations, blood and guts barbarism or Satanic slumber parties; instead, Stensland makes the extra effort to weave tales of social concern, historical curiosities and topics born of sincere and personal emotion. And when all is said and done, the numerous avenues of influence and intention intersecting at all the right points, the result is unfalteringly impressive.

For example, take the song, “Frozen Asleep In The Park”. Richly woven layers of musical texture and subtlety abound, weaving effortlessly through moving melody and crunching guitar riffs, multiple tempo shifts delivered with exact precision for maximum impact, a strongly emotive and always decipherable vocal delivery, and a potent lyrical subject, in this case addressing the sorrowful fate of the homeless and addicted, their life reduced to nothing as their families turn their backs and leave them to die lost and alone. The solitude and tragedy is captured powerfully and delivered adeptly, capable of enthralling the listener with any given aspect of the song, be it through a specific instrument, the vocals delivered or the tale that comes with them.

Each COMMUNIC song bears similar nuances and impressive substance, so suffice it to say that if any single COMMUNIC tune is able to garner your attention and appreciation, then the rest will assuredly do the same. This is a band well-versed and comfortable in their art, and reliability of this caliber is a certainty that most bands could never lay claim to. Dwelling “Under A Luminous Sky”, COMMUNIC illuminate the shadows themselves, laying bare the effects of these “Waves Of Visual Decay” for all to see through their own potent waves of aural fascination.

Lista de Faixas:

01. Under A Luminous Sky
02. Frozen Asleep In The Park
03. Watching It All Disappear
04. Fooled By The Serpent
05. Waves Of Visual Decay
06. My Bleeding Victim
07. At Dewy Prime

Nota

8/10

 

Se são amantes de boa música, decerto vão gostar desta banda.

Prestes a fazer boas mudanças de SO 21/07/2009

Posted by João Dias in Uncategorized.
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windows para ubuntu

Amanhã vou retirar de vez o Windows e instalar definitivamente o Ubuntu.

Para o infinito, e mais além!

Mais fácil e intuitivo do que o Windows. Faço o que quero e como quero, não preciso de pedir licença a um Centro de Segurança para arrastar ou mudar o nome de uma pasta no Menu Iniciar. Não sou escravo do Marketing e dos erros da Microsoft, não tenho discos para desfragmentar, registo para limpar, licenças para pagar, vírus ou spyware. Não preciso de pagar por programas cuja função é tapar os buracos de um sistema operativo já de si caríssimo.

Com todo o eye candy activado (incluindo Compiz e transparências no Gnome) o Ubuntu gasta metade dos recursos que um Windows Vista (e talvez o 7) consome trabalhando em modo clássico, ou seja, sem skins e wallpaper, reduzido ao osso. E nenhum programa ou jogo arrasta o sistema operativo por aí abaixo se crashar.

Adeus Blue Screen Of Death!

Nota: Já utilizo o Linux há vários anos (acho que ainda tenho ali um Live CD do Mandrake praí de 2001 ou 2002), mas desta vez é que vou mesmo fazer a migração.

Tutorial: Aumentar a velocidade do Firefox em 85%! 21/07/2009

Posted by João Dias in Uncategorized.
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Aumenta a velocidade do Firefox em 85%!

Aumenta a velocidade do Firefox em 85%!

Vou disponibilizar aqui um tutorial para aumentarem em 85% a velocidade de navegação com o Mozilla Firefox. Foi testado por mim e funciona.

Funciona em: Windows, Mac e Linux

Prestem atenção ao nomes das chaves e valores que vão introduzir. Só a alteração correcta permitirá uma melhoria na velocidade!

1 – Após terem instalado o Mozilla FireFox nos vossos computador, abram-no e digitem na barra de endereços o seguinte comando “about:config” (sem as aspas) e depois pressionem o ENTER. Cliquem em “Serei cuidadoso, prometo!”. Forma engraçada do Firefox nos apresentar uma mensagem de aviso :)

2 – Depois, vamos procurar a sequência – escrever na caixa de filtro – “network.http.pipelining” (sem as aspas) e verificar se a ela está atribuíd0 o valor “true” (sem as aspas). Se não estiver, damos um duplo clique para mudar para esse valor.

3 – Na mesma página vamos procurar pelo filtro “network.http.pipelining.maxrequests” (sem as aspas) e damos um duplo clique nela para mudar o valor para “8” (sem as aspas).

4 – Depois vamos procurar “network.http.proxy.pipelinin” (sem as aspas) e damos um duplo clique nesta chave e mudamos o valor para “true” (sem as aspas) e também o valor de “network.dns.disableIPv6” (sem as aspas) para “true” (sem as aspas).

5 – Já que aqui chegámos, vamos clicar com o botão direito do rato num lugar vazio do ecrã, escolhemos “Nova Opção”, depois selecionamos “Boolean” e damos o nome de “content.interrupt.parsing” (sem as aspas) e definimos como valor “true” (sem as aspas).

6 -  Depois, vamos fazer os mesmos passos, ou seja, clicar com o botão direito do rato num lugar vazio no ecrã, escolhemos “Nova Opção”, mas desta vez clicamos em “Inteira” para poder definir como “content.max.tokenizing.time” (sem as aspas) e mudar o valor para 2250000. Depois criamos novamente uma entrada definida em “Inteira”, mas com o nome de “content.notify.interval” (sem as aspas) com o valor de 750000.

7 – Criamos então uma entrada “Boolean” com o nome de “content.notify.ontimer” (sem as aspas) e definimos como “true” (sem as aspas). Depois criamos outra entrada “Inteira”, mas com o nome de “content.notify.backoffcoun” (sem as aspas) e colocamos o valor “5” (sem as aspas). Criamos novamente uma entrada “Inteira” com o nome de “content.switch.threshold” (sem as aspas) com o valor 750000 e por último criamos uma nova entrada “Inteira” com o nome de “nglayout.initialpaint.delay” (sem as aspas) com o valor “0” (sem as aspas). Caso elas já existam, apenas mudamos o valor para as definidas acima (ou seja, zero).

Após realizar estas configurações vamos reiniciar o Mozilla FireFox para que as mesmas entrem em vigor e já poderão usá-lo aproveitando 85% a mais da sua capacidade normal de velocidade.

NOTA1: Se acham que o Firefox está a comer muita memória RAM e caso o tenham de manter aberto e minimizado basta fazer o seguinte no “About:config”:

“Nova opção > Boolean, digitamos “config.trim_on_minimize”  e mudamos para “true” para libertar memoria quando minimizamos.

Baseado num tutorial do fórum ZWAME, traduzido e…vá, melhorado (digo eu).

Nota2: para quem ficou com problemas a abrir páginas, penso que basta remover a chave
content.interrupt.parsing
(ou passa-la para false)
esta chave serve para o firefox não esperar por receber mais conteudo da pagina, e mostrar logo o que ja recebeu..
ou seja para paginas com imagens é uma treta, ja que demoram a carregar, e o firefox assim apenas mostra aquilo que recebe logo ao inicio..

Adeus Last.FM, Olá Nexus Radio! 12/07/2009

Posted by João Dias in Internet, Música.
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Adorava a Last.Fm.

Poderia ficar horas a ouvir os meus artistas favoritos em shuffle. Bastava, por exemplo, escrever “Pink Floyd” na caixa de pesquisa e o site gerava horas e horas de artistas similares ao que escolhi. Se escolhi Floyd, ele passava Floyd, Yes, Genesis, David Gilmour, Roger Waters, Deep Purple, Cream, King Crimson, etc, etc.

Era fantástico, porque poderia escolher os artistas que eu quisesse, que ele fazia sempre um shuffle muito completo e com muito boa qualidade. Até poderia meter “José Afonso”, que logo a seguir viria uma lista de artistas. E depois poderia criar um perfil “rede social”, com os meus gostos, as músicas favoritas, o que estava  a ouvir na altura e as pessoas com gostos semelhantes aos meus. Era até uma enciclopédia musical bastante razoável.

Mas a Last.FM vendeu-se. Quem se regista agora apenas tem direito a 30 dias de Shuffle. Pode continuar com o seu perfil e ir fazendo scrobble das músicas que tem no computador para a sua biblioteca no Last.FM, mas já não tem direito a ouvir gratuitamente os artistas que quer. É que não era pela questão dos downloads, era mesmo a confiança que tinha em saber que podia ouvir uma boa rádio online, gerada por mim, feita para mim. Agora paga-se. 3€ por mês, ou coisa assim. Uma idiotice pegada.

Descobri ontem a Nexus Radio. Não é completa como a Last.Fm, não faz o shuffle que escolhemos, mas tem outras coisas bastante interessantes. O peopleware explica melhor que eu:

//

Já vos contei antes que, no meu dia-a-dia, a música é uma companhia indispensável. Não tenho por acaso uma colecção pequena de álbuns de música, durante mais de duas décadas fui coleccionando temas que moldaram o meu carácter.  A verdade é que desde que descobri (há muitos anos) as rádios online, passei a ter um leque musical bem mais alargado. Já falámos aqui no Peopleware em vários exemplos de rádios online. Eu prefiro o nosso já conhecido Nexus Radio. Um rádio player totalmente gratuito como sabem, só nos pedem um registo. Esta aplicação deixou o seu aspecto âmbar para adquirir suaves linhas claras (na versão anterior) e voltou de novo a uma aspecto mais tórrido! Esta aplicação grava, agenda, filtra e edita o som que a Internet retirou às ondas hertzianas.

Com o Nexus poderá ter acesso a mais de 15 milhões de temas musicais e 10 000 rádios distribuídas por 38 possíveis géneros de música. Além disso poderá gravar ao estilo TiVo, conta com filtros de gravação, suporta formatos AAC, MP4, MP3, Mp1, OGG. WAV e WMA.

Simples de usar, a sua aparência e a sua forma de apresentação das ferramentas multimédia permitem uma fácil utilização do mesmo. Agora está bem mais limpa a aparência e tem ligação ao Twitter, Facebook, MySpace e YouTube ampliando de sobremaneira as possibilidades de informação sobre a aplicação

Nexus Rádio é totalmente compatível com o Windows 7 e oferece som digital a 32 bits distribuídos por um canal Surround 5.1. além disso, esta versão permite que tenha mais do que rádio online, pesquise pelo seu som, encontre temas que podem ser gravados pela aplicação em extensões que salvaguardam a qualidade do som.

Para os visitantes do Peopleware, aqueles que não desligam o browser nem em caso de catástrofe, Nexus Rádio oferece a possibilidade de integrar uma barra de comandos no browser. Caso não queira este recurso, na instalação remova estas funções.

Depois de minimizado o Nexus acomoda-se discretamente na barra de tarefas.

Muito mais haverá para dizer desta interessante ferramenta de entretenimento mas… não temos tempo e queremos deixar também para o nosso visitante alguns momentos de exploração. Deixo apenas e para adoçar a boca, muitas imagens da aplicação em funcionamento no meu Windows 7, vejam a qualidade do interface e das funcionalidades totalmente gratuitas.

Mas por falar em funcionalidades gratuitas, a equipa do Nexus Radio ainda disponibiliza no site, vários vídeos, temas e efeitos visuais para que possa aumentar as fantásticas características desta ferramenta de entretenimento. Antes de vos deixar usar, sugiro-vos mais esta pequena utilidade: o Nexus permite agendar gravações, para que não perca nada… mesmo nada!

Como vos falei no início, há muitas outras aplicações, mas com o leque do Nexus…. ainda não encontrei. E a qualidade do som? Têm de experimentar e depois digam-me alguma coisa.

Nota: Compatível com o  iPod & iPhone.

Criado por Vítor M. em 11 de Julho de 2009

Acho que vale mesmo a pena experimentar.

Eu tirei 15minutos do meu tempo ontem, fiz o registo, instalei, fiz uma selecção das rádios que mais me agradavam e meti nos favoritos. A qualidade do áudio é boa,  mas também dependerá do bitrate que escolherem. Neste momento estou a ouvir “Kashmir” dos Led Zeppelin na “Classic Hard Rock & Heavy Metal FM”.

Mercado do Quebra – edição de Julho 12/07/2009

Posted by João Dias in Design, Eventos/Feiras/Mercados, Música.
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Cartaz do Mercado

Cartaz do Mercado

Ontem fui a mais uma edição do Mercado do Quebra-Costas.

(É uma feira urbana que se realiza mensalmente nas escadas do Quebra-Costas, em Coimbra, onde são vendidos bons livros a preços muito baratos, edições raras de BD também muito baratas, LP’s e EP’s, produtos de artesanato e bijuteria feitos por designers, boas marcas de roupa com descontos, carteiras em material reciclado, boa música e muita gente.)

Por volta das 15h, fui tomar café na esplanada do quebra, com a Inês, o Tiago, a Té e a Lai. Enquanto tentava enfiar o café dentro o copo com gelo (agora parece que apanhei essa irritante mania de beber o café num copo com gelo íamos dando uma espreitadela à montra do Mau Feitio, que nesse dia apresentava descontos para os clientes. Em frente ao vidro, cabeleireiras do Ilídio fazia cortes de cabelo à maneira por 15€. Agora que penso melhor, acho que até nem é caro.

Fomos então andando pelas bancas a ver o que nos era oferecido.

A primeira paragem foi na senhora dos livros e das BD’s para eu “recuperar” o 3º volume do Livro do Desassossego. Digo recuperar, porque no outro dia estava com a minha irmã na esplanada, e vem uma rapariga grega ter connosco, a dizer que tinha comprado 3 dos 4 volumes da colecção, mas que alguém já tinha comprado o volume que lhe faltava (Quem teria sido o sacana? Ah, fui eu…). Ofereci-lhe o 3º volume (Deus é bom, mas o Diabo também não é mau), e rapariga lá foi para Atenas, ou o Parténon ou o caraças toda contente. Como era muito mais fácil para mim arranjar o volume que a adlaskjdadlkjaskjktlana (não me lembro do nome dela), fui lá ter com a senhora e ela confirmou-me a existência dessa senhora (não fosse eu estar maluco ou a rapariga ter-me passado a perna). Dei um 1€ e trouxe o 3º Volume.

Também tinha andado a ver se haviam livros do Frank Miller. Havia a edição brasileira do Cavaleiro das Trevas, mas até tive medo de pegar, antes que estragasse aquilo. Também por lá vi uma edição de luxo da Valsa com Bashir.

Tivesse eu 50€ para gastar ali e ia tudo para a BD e para os discos. Caraças.

Fui então apanhar o resto do pessoal, que já lá ia abaixo, e fui passando por bancas de carteiras originais, umas com formatos engraçados. Fiquei para aí 10 minutos a olhar para uma exposição de pretos e brancos que estava lá numa banca. Não pela qualidade das fotoso (que eram boas), mas pelas cores na impressão. Adoro aquele preto e branco que não chega a ser completamente preto e branco. É um castanho muito muito negro, fora dos tons sépia.

Ainda meti conversa com um homem que vendia livros, e estive para entrar na loja da XM(boa loja com uma vastíssima colecção de livros para designers, arquitectos, artistas ou simplesmente curiosos – ah e os discos) para ir ver os discos, mas como não tinha um tostão furado decidi não me deprimir ainda mais.

Enquanto a Lai ia experimentar uma qualquer peça de roupa aos provadores do Mau Feitio, fomos os restantes para os puffs que a organização coloca ao pé da estátua da tricana. Que beleza! Fora o som que não me agradava muito (era aquele electro-minimal que eu entendo ser fashion, mas que nunca substituiriam um bom disco de rock and roll, jazz ou blues – o costume no Mercado,aliás), estava-se mesmo bem ali à sombra, refastelado. Melhor, só mesmo a música e um fino na mão.

Ia dando uma vista de olhos a uma edição da revista PARQ, e conversámos sobre possíveis coisas que levaríamos para ali. Falou-se de roupas desenhadas pelo Tiago e feitas pela Té. De limonadas e granizados feitos pela Inês.

Afinal de contas esse é o espírito desta iniciativa. Qualquer um pode expor as coisas, desde que sejam originais e com qualidade.

Este tipo de eventos agradam-me. Revitalizam uma zona que tem tudo para ser um grande centro cultural e urbano, mas que tem sido trocado pelos grandes centros comerciais na Solum e em Santa Clara.

Dão frescura ao Quebra-Costas, atraem imensa gente, sobretudo pessoal entre os 20 e os 30 anos, o que é coisa pouco comum actualmente, e transmite-se uma muito boa imagem para os estrangeiros que invadem aquela zona nesta altura. Cria-se um sentimento de pertença àquela zona, e isso, é mais que sabido, é meio caminho andado para a revitalização do Quebra-Costas e da zona da Sé Velha.

Ah, tive que entretanto ir embora, porque tinha o comboio às 17h e ainda tinha que ir fazer a mala e zarpar. Às 19h houve um concerto do Jeffery Davis Trio, que tenho pena de ter perdido. Os concertos ( e o resto da tarde ) são sempre transmitidos pela RUC.

Não percam a próxima edição do Mercado. É sempre no segundo fim-de-semana do mês, e vale MESMO sempre a pena! Se gostam de experimentar coisas diferentes, ver gentes diferentes, conversar, arranjar boas marcas (skunkfunk, afilhadedeus,melissa, blutsschwester, EdnaPiMentão, etc) a preços baixos, bons livros, bons discos passar um bom bocado, ouvir boa música, e ainda ver um concerto (já falei que é sempre à borla?) de uma banda jazz, sentadinhos nas escadas, então têm mesmo que vir a uma destas edições do mercado.

Podem sempre ir passando por aqui: http://mercadoquebracostas.blogspot.com/ e ver as actualizações que se vão fazendo. Ou então é só esperar pelos cartazes espalhados pela cidade, que saberão logo quando se realiza a próxima edição.

Generalizar o Software livre na administração pública 08/07/2009

Posted by João Dias in Uncategorized.
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Há pelo menos 4 anos que eu tenho vindo a defender a adopção de software livre no estado. No estado e na maioria das empresas em Portugal. Para quê pagar licenças exorbitantes à Microsoft para utilizar apenas uma suite de aplicações de escritório – vulgo Office- e um ou outro programa específico, facilmente adaptável para qualquer distribuição de Linux?

É que o Linux, além de ser grátis, é LIVRE DE VÍRUS, livre de COMPLICAÇÕES COM LICENÇAS, livre de tudo e mais alguma coisa. E a melhor coisa é que todos podem alterar o código do sistema-operativo de forma a ter um sistema adaptado às necessidades das empresas.

Se o problema é o Office, usem o Open Office ou o WINE para instalar o Office da Microsoft. Se o problema são os outros programas, modifiquem o código-fonte do Linux.

Na esmagadora maioria das PME’s, o software livre serve mais que perfeitamente.

Fora empresas que necessitam de programas específicos (designers e pouco mais), não há razão para não migrar.

O bolso dos contribuintes agradeciam.

Felizmente, veio o Francisco Louçã defender esta ideia no Facebook:

O software livre apresenta inúmeras vantagens em relação ao software proprietário: a independência dos mercados ou das grandes empresas que constituem quase monopólios, a flexibilidade, a possibilidade de ser modificado e estudado, o custo mais baixo, a valorização que dá ao conhecimento, os seus méritos técnicos e a disponibilidade para o desenvolvimento de novas aplicações.

O governo Sócrates associou-se à Microsoft, gastando altíssimos recursos em licenças de software que poderiam ser evitadas e ignorando a experiência de outros países europeus que se preocupam com os custos, a durabilidade e a fiabilidade do software proprietário.

A adopção nos serviços públicos do software livre teria uma grande vantagem de custo, embora nem sempre se trate de aplicações gratuitas. Para além de evitar o pagamento de muitas licenças, o Software Livre prolonga a vida útil dos computadores em uso e exige menos actualizações, que aumentando os custos, raramente correspondem às necessidades específicas dos utilizadores.

A Administração Pública deve libertar-se da dependência em relação ao software proprietário e à Microsoft, nomeadamente:

• Criando uma comissão para a avaliar as necessidades, os custos e as vantagens/desvantagens de migrar os actuais serviços para software livre;

• Todos os concursos de aquisição de software devem ser transparentes, guiando-se pelos critérios de custo, durabilidade e interoperabilidade do software a adquirir.

• Todas as licenças adquiridas devem prever a futura reutilização do software em outros serviços e sem custos adicionais.

• A Administração Pública deve promover o uso de formatos universais para todos os seus documentos internos e no relacionamento com o público, adoptando o formato Open Document Format assim como PDF.

Sou o Nostradamus do Software Open-Source! (ou não…)

Black Clouds and Silver Linings 23/06/2009

Posted by João Dias in Música.
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Capa do novo disco dos Dream Theater

Capa do novo disco dos Dream Theater

# Título Letra Duração
1. “A Nightmare to Remember” Petrucci 16:10
2. “A Rite of Passage” Petrucci 8:35
3. “Wither” Labrie 5:25
4. “The Shattered Fortress” Portnoy 12:46
5. “The Best of Times” Portnoy 13:19
6. “The Count of Tuscany” Petrucci 18:18

Sai hoje para as  lojas o novo trabalho dos norte-americanos Dream Theater.

A coisa promete desde que foi lançado o single A Rite of Passage, a 5 de Maio.

A letra deste single fala sobre uma sociedade secreta, na qual fazem parte membros importantes na economia, política, cultura, etc. Claro que é uma clara associação à maçonaria e à influência que essas organizações têm junto de vários lobbys na sociedade. É de muito peso esta nova faixa, com Mike Portnoy a fazer soar bem alto a bateria, e Petrucci sempre a manter bem lá no topo dos topos o lugar de um dos melhores guitarristas que uma banda pode ter o prazer de ter a tocar. Labrie conduz na voz, Myung sempre seguríssimo e  pulsante no baixo e os teclados bem entregues a Jordan Ruddess.

Esta é uma excelente e bem forte viagem de 8 minutos (encortada para 5 no videoclip mais em baixo).

No mercado português vão sair duas edições, se bem me lembro. A normal, com as 6 faixas e a edição especial, de 3 discos, com o primeiro o álbum de estúdio, o segundo com covers e o terceiro com as versões instrumentais do álbum. A primeira é em formato normal, e a versão especial em digipack. Segundo me chegou aos ouvidos, os preço rondaram os 16€ para o álbum e 19€ para a versão especial. Acho que vale muito mais a pena a versão em digipack, porque, mesmo se fecharmos os olhos à quantidade de trabalho que é disponibilizado nesse pacote, é um digipack, e um bom coleccionador prefere sempre o digipack.

O disco já anda a ser publicitado no Alta Tensão, quase desde a segunda metade de Maio. O Freitas sabe o que mostra.

No site da FNAC, encontrar informações é uma desgraça. Não há possibilidade de ver as capas, nem as faixas do álbum (embora já se possa comprar), e mesmo na Rock Heavy Loud ainda nada lá está. Só mesmo indo a mercado estrangeiro conseguimos saber em detalhe as novidades deste novo trabalho.

Ah, falo da FNAC, porque na Worten e na Box nem vale mesmo a pena, pois essas desprezam tudo o que não é música de caca. O que ultrapassa o limiar do mau, e passa a ser bom, já não é sequer considerado por estas lojas. E mesmo quando lá vai parar o bom Heavy-Metal (caso de uma vez que lá vi o Nostradamus, último e excelente trabalho dos Judas Priest), é apenas em versões normais, caixa em plástico, coisa ranhosa e sempre a preços exorbitantes, de 21€ para cima.

Os ouvintes de metal, punk e hard-rock, é sabido, são os que mais discos consomem, mas mesmo assim, estas lojas continuam a fechar os olhos a isso. Bom para elas, portanto.

A Rite Of Passage, segunda faixa e primeiro single a ser lançado, a rodar aqui. Espero que gostem.

Nota: Ah, os Dream Theater que passaram por cá no dia 18 de Junho, num grande concerto no Coliseu dos Recreios.

Um dia meti-me a desenhar à janela 22/06/2009

Posted by João Dias in Design, Rascunhos.
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e saiu isto:

Desenho da minha vista de casa

Desenho da minha vista de casa

Ou seja, meti o portátil à janela e abri o photoshop. Imaginei uma folha branca no ecrã como uma folha branca de  papel. Depois, é só escolher os pincéis e o tamanho e pintar, pintar, apagar, pintar, pintar.

Página 7 20/06/2009

Posted by João Dias in Livros.
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“Na vida de hoje, o mundo só pertence aos estúpidos, aos insensíveis e aos agitados. O direito a viver e a triunfar conquista-se hoje quase pelos mesmos processos por que se conquista o internament num manicómio; a incapacidade de pensar,  a amoralidade, e a hiperexcitação”

Bernardo Soares in Livro do Desassossego